
Iquitos, capital da região de Loreto, fica às margens do Amazonas, em plena selva baixa, e não tem estrada para o resto do Peru: chega-se apenas de avião ou por rio. É a porta da Reserva Nacional Pacaya Samiria, a maior reserva nacional do país, e dos cruzeiros e lodges fluviais da Amazônia peruana. Em um programa funciona como extensão de natureza depois de Lima ou Cusco, com o mercado de Belén como contraponto urbano.
Faz calor e é úmido o ano todo, e chove em qualquer mês. As águas altas, aproximadamente de dezembro a maio, permitem navegar por mais canais e floresta alagada; as águas baixas, de junho a novembro, deixam mais praias e trilhas para caminhar. Ambas as épocas servem: muda o tipo de experiência, não a possibilidade de viajar.
Convém prever de três a quatro noites: um tempo para a chegada e a cidade, e o resto em um cruzeiro fluvial ou em um lodge. Com menos dias, só cabe um lodge próximo. O acesso a Pacaya Samiria soma um traslado rodoviário até Nauta, de aproximadamente duas horas.
Os cruzeiros e lodges fluviais pelo Amazonas e seus afluentes; a Reserva Nacional Pacaya Samiria, de floresta alagável, com botos e centenas de espécies de aves; o mercado de Belén, contraste urbano e gastronômico; e as caminhadas guiadas pela selva. O rio dá o ritmo da viagem.
Três ou quatro noites em cruzeiro fluvial ou lodge como extensão de uma viagem por Lima ou Cusco. Com a navegação como eixo, o cliente conhece a Amazônia no ritmo do rio; meio dia na cidade, com o mercado de Belén, traz o contraste urbano antes ou depois.
As saídas fluviais têm capacidade limitada: consulte sempre a disponibilidade com antecedência e, na alta temporada, com a maior antecedência possível. Convém definir desde o início se o cliente prefere águas altas ou baixas, pois disso depende o tipo de navegação, e reservar os voos com margem.
Não há estrada: tudo passa pelo aeroporto de Iquitos ou pelo rio, e um atraso de voo afeta o embarque. Calor e umidade constantes: repelente, roupa leve de manga comprida e capa de chuva. O Ministério da Saúde recomenda a vacina contra a febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para a selva.
Coordenamos voos, traslados e navegações com operadores e embarcações locais habilitados. Os roteiros fluviais dependem do nível do rio e das saídas programadas, por isso ajustamos os voos a cada embarque e deixamos uma margem para mudanças de clima.
As tarifas são líquidas (de atacado) e reservadas a agências de viagens e operadores de turismo, que fazem login para vê-las e aplicar sua própria margem. O público vê um preço de referência (“a partir de”), indicativo e sujeito à disponibilidade; a tarifa líquida nunca é exibida fora do Portal B2B.
Ao reservar, recebemos a sua reserva e trabalhamos nela: ela aparece como «Em andamento» e avisamos sobre cada novidade. Os vouchers são enviados após o recebimento dos pagamentos.
Os cancelamentos são regidos pelas condições indicadas em cada cotação. As condições padrão são: mais de 30 dias antes da chegada, o depósito não é reembolsável; entre 30 e 15 dias antes da chegada, é cobrado 50% do valor total; menos de 15 dias antes da chegada ou não comparecimento, 100%. Podem variar em datas de alta temporada e dependem da política de cada hotel e serviço. Alguns destinos — a Patagônia, a Amazônia e datas de alta demanda em alta temporada — aplicam condições mais rígidas, indicadas na cotação. As condições indicadas na cotação e aceitas pela agência no momento da reserva prevalecem sobre a tabela geral da Cláusula 7.1 dos Termos.
As solicitações de alteração devem chegar à RUMBO LIBRE com no mínimo 72 horas úteis de antecedência ao início do serviço. As alterações são gerenciadas conforme disponibilidade, e aplica-se eventual diferença de tarifa. Em serviços privativos, a troca de nome pode exigir a reemissão da reserva pela tarifa vigente.
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