
San Martín de los Andes é uma cidade de montanha às margens do Lago Lácar, no sul da província de Neuquén, cercada pelo Parque Nacional Lanín e dominada no horizonte pelo vulcão de mesmo nome. Seu traçado ordenado e sua arquitetura de estilo patagônico fazem dela uma base cômoda e bem servida. É o destino final do Caminho dos Sete Lagos, vindo de Villa La Angostura e Bariloche, e o ponto de partida para os lagos do parque e o esqui no Cerro Chapelco.
O verão (dezembro a março) é a temporada de navegação, trilhas e atividades no lago; o inverno traz o esqui no Cerro Chapelco, cuja abertura depende da neve. A primavera e o outono são tranquilos e de grande beleza paisagística, com clima variável e noites frescas, e alguns serviços podem se reduzir na baixa temporada.
Três noites permitem combinar a cidade, o Lago Lácar e uma excursão de um dia aos lagos do Parque Nacional Lanín. Quem chega pelo Caminho dos Sete Lagos, vindo de Villa La Angostura ou de Bariloche, pode se contentar com duas noites, porque o próprio percurso já faz parte do programa.
O Caminho dos Sete Lagos, de cerca de cem quilômetros pela Rota 40; o Lago Lácar e a navegação até Quila Quina; as excursões aos lagos do Parque Nacional Lanín, com o vulcão como referência; e, no inverno, o esqui no Cerro Chapelco, cujas pistas abrem conforme a neve.
Três noites com base na cidade: um dia para o Lago Lácar e a cidade, outro para os lagos do parque e um terceiro livre ou de neve no inverno. Se o cliente chega pelo Caminho dos Sete Lagos, duas noites bastam, com o percurso como jornada de chegada.
A demanda de lagos e de neve se concentra em janeiro, fevereiro e nas férias de inverno de julho. Consulte sempre a disponibilidade com antecedência; nessas datas, com a maior antecedência possível. A primavera e o outono são as temporadas mais tranquilas, com mais facilidade para encontrar vaga.
A operação aérea do aeroporto da região depende da temporada: convém verificar os voos antes de cotar e ter a rota desde Bariloche como alternativa. O Caminho dos Sete Lagos é pavimentado, mas no inverno a neve pode obrigar a reprogramar o trecho. As noites são frescas até no verão.
Coordenamos navegações, excursões aos lagos e traslados com operadores e estabelecimentos locais habilitados. O aeroporto da região opera conforme a temporada e, no inverno, a neve pode afetar as rotas de montanha, por isso confirmamos cada trecho com antecedência.
As tarifas são líquidas (de atacado) e reservadas a agências de viagens e operadores de turismo, que fazem login para vê-las e aplicar sua própria margem. O público vê um preço de referência (“a partir de”), indicativo e sujeito à disponibilidade; a tarifa líquida nunca é exibida fora do Portal B2B.
Ao reservar, recebemos a sua reserva e trabalhamos nela: ela aparece como «Em andamento» e avisamos sobre cada novidade. Os vouchers são enviados após o recebimento dos pagamentos.
Os cancelamentos são regidos pelas condições indicadas em cada cotação. As condições padrão são: mais de 30 dias antes da chegada, o depósito não é reembolsável; entre 30 e 15 dias antes da chegada, é cobrado 50% do valor total; menos de 15 dias antes da chegada ou não comparecimento, 100%. Podem variar em datas de alta temporada e dependem da política de cada hotel e serviço. Alguns destinos — a Patagônia, a Amazônia e datas de alta demanda em alta temporada — aplicam condições mais rígidas, indicadas na cotação. As condições indicadas na cotação e aceitas pela agência no momento da reserva prevalecem sobre a tabela geral da Cláusula 7.1 dos Termos.
As solicitações de alteração devem chegar à RUMBO LIBRE com no mínimo 72 horas úteis de antecedência ao início do serviço. As alterações são gerenciadas conforme disponibilidade, e aplica-se eventual diferença de tarifa. Em serviços privativos, a troca de nome pode exigir a reemissão da reserva pela tarifa vigente.
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