A semana em que o Rio opera com regras próprias, e com dois produtos distintos que não convém confundir na cotação.
São duas coisas ao mesmo tempo. Os desfiles das escolas de samba acontecem no Sambódromo, com entrada numerada por setor e horário noturno que termina de madrugada. O carnaval de rua são os blocos, gratuitos e espalhados pela cidade ao longo de mais de uma semana. Um cliente que compra um esperando o outro fica mal atendido.
5 noites no Rio na janela central, com a decisão tomada desde o início: camarote ou setor no Sambódromo para quem quer ver o desfile sentado, ou zona sul e blocos para quem quer participar. A combinação com Búzios ou Paraty depois do Carnaval alivia o preço do pacote e tira o cliente da cidade quando a cidade já deu o que tinha.
Os hotéis do corredor de praia aplicam estadia mínima, pré-pagamento e cancelamento mais rígido do que no resto do ano, com a tarifa no seu ponto mais alto. Os bloqueios de rua alongam os traslados de forma sensível: um trajeto de aeroporto que em semana normal leva quarenta minutos deixa de ser previsível, e as chegadas convém programar com folga.
Com 8 a 12 meses. Dentro dos seis meses a disponibilidade útil na zona sul já está comprometida, e o que sobra costuma estar longe de onde o cliente quer ficar.
Janela a evitar para congressos e incentivos: o grupo disputa os mesmos quartos com a demanda de lazer, no momento de maior pressão do ano, e a mobilidade dentro da cidade não é confiável.
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