Duas semanas de competições rapanui numa ilha cuja capacidade hoteleira não cresce para recebê-las.
Duas famílias da ilha competem durante duas semanas em provas de cultura e de esporte: canto, dança, escultura, pintura corporal, natação, canoagem, corridas e o haka pei, a descida da encosta do Maunga Pu'i sobre troncos de bananeira. Cada família apresenta uma candidata a rainha e vence quem acumula mais pontos. Nasceu para transmitir a cultura rapanui às novas gerações, e é isso que continua fazendo.
5 a 7 noites para que o cliente veja várias jornadas e não uma única prova solta, com os sítios arqueológicos distribuídos entre competições. É uma viagem cultural, não uma escala: quem vai pelos moais e encontra a Tapati sem saber aproveita metade.
A capacidade de hospedagem e de voos da ilha é fixa e não cresce para o festival, de modo que a demanda se concentra sobre a mesma base de camas de sempre. As provas espalham-se por diferentes pontos da ilha e o calendário diário é publicado pela organização local; o Prestador Local confirma o detalhe na cotação.
Com 6 a 10 meses. Voo e hotel comprometem-se antes de qualquer outra coisa, e na ilha não há alternativa para onde encaminhar.
Janela a evitar para um grupo corporativo: a ilha está voltada ao festival e a hotelaria útil está tomada. Para um incentivo pequeno e planejado com muita antecedência, ao contrário, é um motivo de viagem difícil de igualar.
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