Manaus é a capital do estado do Amazonas e a principal porta de entrada para a floresta amazônica brasileira. Às margens do Rio Negro, combina o patrimônio da era da borracha — com seu célebre Teatro Amazonas — e o acesso a lodges de selva rio adentro. Bem próximo acontece o Encontro das Águas, onde o Rio Negro e o Solimões correm juntos sem se misturar. É a base natural para incorporar a experiência amazônica a um programa pelo Brasil.
Pôr do sol no Rio Negro aprox. 3 hUm barco curto no fim do dia; o jeito menos exigente de estar no rio.
O parque do Janauary e suas vitórias-régias aprox. 4 hIgapó de canoa; o nível da água decide mês a mês até onde se chega.
Bairros em Manaus
Centro Histórico Núcleo histórico de Manaus à beira do Rio Negro, com a maior concentração de museus e praças da cidade (Praça XV de Novembro, Praça Dom Pedro II) e o Palácio Rio Negro.
Adrianópolis Distrito de categoria na zona sul-centro, com o maior shopping do norte do Brasil (Manauara), a centenária Praça Chile e a arborizada Rua Recife.
Ponta Negra Bairro residencial de categoria na zona oeste, à beira do Rio Negro, a cerca de 13 km do centro, com o principal calçadão de lazer da cidade.
Praias em Manaus
Praia da Ponta Negra Praia fluvial urbana principal de Manaus, com infraestrutura permanente de calçadão e anfiteatro; a areia fica mais exposta na época de águas baixas do Rio Negro (aprox. agosto-novembro).
Praia do Tupé Praia de areia branca no Rio Negro a cerca de 34 km de Manaus, oficialmente reconhecida como sítio de patrimônio turístico; sua largura varia de cerca de 80 m em águas baixas (agosto-novembro) a apenas 20 m em águas altas.
Onde comer em Manaus
Banzeiro Restaurante emblemático de culinária amazônica do chef Felipe Schaedler, reconhecido internacionalmente por destacar peixes de rio como o tambaqui e o pirarucu com insumos de comunidades indígenas locais.
Restaurante Caxiri Culinária amazônica da chef Débora Shornik em um casarão restaurado no centro, com vista para o Teatro Amazonas, conhecida por versões gourmet de pratos regionais como o tambaqui.
O que fazer em Manaus sem reservar uma excursão
Mercado Municipal Adolpho Lisboa Mercado público inaugurado em 1882, com estrutura de ferro associada ao ateliê de Gustave Eiffel; vende produtos amazônicos, peixe, plantas medicinais e artesanato, de visita livre diariamente.
Praça Dom Pedro II e o centro histórico Roteiro autoguiado pela praça principal (c. 1852), o Palácio Rio Branco e o Paço Municipal, que abriga o Museu da Cidade de Manaus de entrada gratuita.
Mirante Lúcia Almeida Plataforma mirante com piso de vidro sobre o Rio Negro, inaugurada em outubro de 2024, aberta das 7h à meia-noite, de acesso livre e sem necessidade de guia.
A que cliente oferecer
Natureza e faunaÉ o destino de fauna e floresta do programa brasileiro, e o único com lodge de selva.
AventuraCanoa, caminhada noturna e navegação preenchem o dia inteiro, não são uma excursão solta.
Grupos reduzidosOs lodges têm capacidade limitada e funcionam melhor com grupos pequenos do que com ônibus.
Quando ir
A estação seca, de julho a dezembro, traz níveis de água mais baixos, melhores para caminhadas e observação de fauna. As chuvas são mais intensas de dezembro a maio; calor e umidade são constantes o ano todo.
Quantos dias
Recomendam-se três ou quatro noites, combinando a cidade com uma estadia de duas ou três noites em um lodge de selva.
O que não perder
O Encontro das Águas, o Teatro Amazonas, os passeios de barco pelo Rio Negro, o arquipélago de Anavilhanas e as excursões à floresta.
O que oferecer e por quê
A cidade é a porta, não o destino: uma noite em Manaus e três ou quatro em lodge. O mês decide o produto — caminhada e praias de rio na seca, canoa pela floresta alagada nas águas altas — e convém dizer isso ao cliente antes que ele descubra no porto.
Quando reservar
Quatro a seis meses para junho, julho e agosto. Na janela do Festival de Parintins, de seis a dez, porque disputam as mesmas vagas de avião e de barco.
Operacional e prático
Os traslados a lodge correm com horário de rio e não de estrada: uma chegada tarde pode custar um dia inteiro de programa. Manaus é também o ponto de partida para Parintins.
Como organizamos
Coordenamos com lodges de selva por meio de operadores locais e organizamos os traslados fluviais; convém reservar com antecedência pela capacidade limitada.
As tarifas são líquidas (de atacado) e reservadas a agências de viagens e operadores de turismo, que fazem login para vê-las e aplicar sua própria margem. O público vê um preço indicativo (“a partir de”); a tarifa líquida nunca é exibida fora do Portal B2B.
O que acontece depois de reservar?
Ao reservar, recebemos a sua reserva e trabalhamos nela: ela aparece como «Em andamento» e avisamos sobre cada novidade. Os vouchers são enviados após o recebimento dos pagamentos.
Qual é a política de cancelamento?
Os cancelamentos seguem a Cláusula 7 dos Termos: mais de 30 dias antes do serviço, sem penalidade e com reembolso integral; entre 15 e 30 dias, 25%; entre 8 e 14 dias, 50%; entre 3 e 7 dias, 75%; menos de 72 horas antes do início ou não comparecimento, 100%. Alguns destinos — a Patagônia, a Amazônia e datas de alta demanda em alta temporada — aplicam condições mais rígidas, indicadas na cotação. A tabela acima é indicativa: as condições aplicáveis a cada reserva são as indicadas na cotação e podem ser mais rígidas na alta temporada, em feriados ou quando um serviço tem a sua própria política.
É possível alterar datas ou nomes de passageiros depois de reservar?
As solicitações de alteração devem chegar à RUMBO LIBRE com no mínimo 72 horas úteis de antecedência ao início do serviço. As alterações são gerenciadas conforme disponibilidade, e aplica-se eventual diferença de tarifa. Em serviços privativos, a troca de nome pode exigir a reemissão da reserva pela tarifa vigente.
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