
Paraty é uma cidade colonial portuária da Costa Verde, no litoral sul do estado do Rio de Janeiro, entre o mar e a Mata Atlântica. Seu centro histórico, de ruas de pedra e casarões coloniais caiados, integra desde 2019 o sítio misto da UNESCO «Paraty e Ilha Grande: Cultura e Biodiversidade». Completa-se com uma baía de ilhas e praias percorrida de barco. A cerca de quatro horas do Rio de Janeiro por estrada, funciona como etapa cultural e de descanso entre o Rio e São Paulo.
Paraty pode ser visitada o ano todo. De maio a setembro o clima é mais seco e fresco, com boas condições para caminhar pelo centro e navegar. O verão austral (dezembro a março) é quente, úmido e chuvoso, além de ser a época de maior demanda. Nas marés mais altas algumas ruas do centro podem alagar: convém calçado adequado.
Duas noites permitem percorrer o centro histórico e dedicar um dia à baía; com três noites acrescenta-se um dia de barco sem pressa ou uma saída às trilhas e cachoeiras do entorno. É uma etapa de ritmo tranquilo, mais do que um destino de muitos deslocamentos.
O centro histórico, em grande parte de pedestres, e a baía com suas ilhas e praias percorrida de barco. Somam-se os alambiques de cachaça artesanal, os restaurantes instalados em casarões coloniais, as praias de Trindade e as trilhas da Mata Atlântica que cerca a cidade.
Duas a três noites como etapa cultural entre o Rio de Janeiro e São Paulo, ou como encerramento de um programa carioca pela Costa Verde. Um dia de barco pela baía acrescenta natureza sem trocar de hospedagem.
A demanda se concentra no verão austral, no fim de ano e nas datas de festivais, e as pousadas históricas são de escala reduzida. Consulte sempre a disponibilidade com antecedência; nessas datas, com a maior antecedência possível. Convém confirmar primeiro a hospedagem e depois os passeios de barco.
Sem aeroporto de uso habitual, o acesso é por estrada: cerca de quatro horas desde o Rio de Janeiro e um pouco mais desde São Paulo. O centro histórico é de pedra e quase todo de pedestres, por isso convém calçado confortável e bagagem leve. Os passeios de barco dependem do mar e da chuva.
Coordenamos o traslado por estrada desde o Rio de Janeiro ou São Paulo com operadores e estabelecimentos locais contratados, já que não há aeroporto comercial de uso habitual. No centro de pedestres coordenamos a hospedagem em pousadas históricas e os passeios de barco a partir do porto com estabelecimentos e operadores locais.
As tarifas são líquidas (de atacado) e reservadas a agências de viagens e operadores de turismo, que fazem login para vê-las e aplicar sua própria margem. O público vê um preço de referência (“a partir de”), indicativo e sujeito à disponibilidade; a tarifa líquida nunca é exibida fora do Portal B2B.
Ao reservar, recebemos a sua reserva e trabalhamos nela: ela aparece como «Em andamento» e avisamos sobre cada novidade. Os vouchers são enviados após o recebimento dos pagamentos.
Os cancelamentos são regidos pelas condições indicadas em cada cotação. As condições padrão são: mais de 30 dias antes da chegada, o depósito não é reembolsável; entre 30 e 15 dias antes da chegada, é cobrado 50% do valor total; menos de 15 dias antes da chegada ou não comparecimento, 100%. Podem variar em datas de alta temporada e dependem da política de cada hotel e serviço. Alguns destinos — a Patagônia, a Amazônia e datas de alta demanda em alta temporada — aplicam condições mais rígidas, indicadas na cotação. As condições indicadas na cotação e aceitas pela agência no momento da reserva prevalecem sobre a tabela geral da Cláusula 7.1 dos Termos.
As solicitações de alteração devem chegar à RUMBO LIBRE com no mínimo 72 horas úteis de antecedência ao início do serviço. As alterações são gerenciadas conforme disponibilidade, e aplica-se eventual diferença de tarifa. Em serviços privativos, a troca de nome pode exigir a reemissão da reserva pela tarifa vigente.
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