O destino que corre ao contrário do resto da Argentina: abre quando a Patagônia fecha.
O Cerro Catedral é o centro de esqui de referência do país, com a cidade de Bariloche a meia hora e um lago no meio, o que permite vender o destino a um cliente que esquia e a outro que não. A temporada abre no fim de junho conforme a neve, firma-se em julho e agosto, e afrouxa em setembro, com menos gente e melhor preço.
5 noites com base na cidade e não na montanha, salvo se o cliente esquiar todos os dias: Bariloche dá gastronomia, lago e Circuito Chico para os dias sem neve. Agosto para quem busca condições, setembro para quem busca valor. Encadeia-se com Buenos Aires, que em pleno inverno está tranquila e no seu nível de preço mais baixo.
A abertura depende da neve e não de uma data, de modo que um programa vendido para os primeiros dias da temporada precisa contemplar que a montanha abra parcialmente. Julho concentra as férias escolares argentinas: a cidade opera cheia, com traslados e restaurantes no limite.
Com 6 a 8 meses, e com mais para julho. Os quartos familiares e as aulas de esqui com instrutor próprio são a primeira coisa a comprometer-se.
Sem impacto particular para congressos, e boa opção de incentivo em agosto ou setembro para grupos pequenos, quando a montanha está em forma e a cidade já não está lotada.
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