A noite de maior demanda do ano no Brasil, e a que impõe as condições de venda mais duras.
O Réveillon de Copacabana reúne a cidade e boa parte do país na orla, de branco, para os fogos da meia-noite. Em volta, os hotéis vendem ceias com acesso a terraço ou rooftop, e é esse o produto que um cliente internacional realmente compra: a praia é gratuita, a vista sem multidão não é.
4 ou 5 noites em Copacabana ou Ipanema com pacote de ceia, e uma segunda etapa de praia em janeiro — Búzios, Paraty ou Angra — para o cliente não pagar tarifa de pico durante a viagem inteira. Quem quer a festa sem a aglomeração da areia fica melhor num hotel com terraço próprio do que na primeira linha.
As propriedades de frente para o mar exigem estadia mínima de quatro a sete noites e pré-pagamento, e a ceia costuma ser vendida como pacote obrigatório junto com o quarto. As tarifas estão no ponto mais alto do ano. A circulação na zona sul é fechada durante a noite e os traslados são reprogramados em função dos bloqueios.
Com 8 a 12 meses. Os pacotes de gala dos hotéis abrem venda com vários meses de antecedência e as categorias com vista esgotam primeiro.
Janela a evitar para grupos corporativos: não há espaço hoteleiro a preço razoável, a cidade está em modo festa e o próprio público de negócios está de férias.
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