
A Quebrada de Humahuaca é um longo vale andino no norte da província de Jujuy, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2003 como paisagem cultural. Suas montanhas coloridas, os povoados de adobe e os vestígios de antigas rotas indígenas dão ao percurso uma identidade própria, com paradas clássicas em Purmamarca, Tilcara e Humahuaca. O vale se estende por cerca de 155 quilômetros e a subida é progressiva.
A época mais estável é a seca, de abril a novembro, com dias ensolarados e noites frias; o inverno, fresco e seco, é muito apreciado. De dezembro a março chegam as chuvas, sobretudo à tarde, que podem afetar estradas e acessos. Pela altitude de vários trechos, convém levar em conta o clima e a aclimatação.
Duas noites na Quebrada permitem percorrer Purmamarca, Tilcara e Humahuaca com calma. Muitos programas a resolvem em um dia longo a partir de Salta ou Jujuy, com menos tempo em cada povoado. As Salinas Grandes e a Serranía de Hornocal entram como excursões adicionais, também de dia inteiro.
Purmamarca e seu Cerro dos Sete Cores; Tilcara e o Pucará; o povoado de Humahuaca; a Serranía de Hornocal; e as Salinas Grandes pela Cuesta de Lipán, uma estrada que passa dos 4.000 metros de altitude. Tudo se percorre melhor subindo de forma gradual ao longo do vale.
Uma ou duas noites no vale, com um povoado por dia: Purmamarca pelas cores, Tilcara pelo Pucará e Humahuaca pelo centro. As Salinas Grandes e o Hornocal são excursões à parte, de altitude. Funciona bem como segunda etapa de um circuito que parte de Salta.
A demanda se concentra na alta temporada e a oferta de hospedagem do vale é reduzida. Consulte sempre a disponibilidade com antecedência e, na alta temporada, com a maior antecedência possível. Convém bloquear primeiro a hospedagem e só depois montar as excursões de cada dia.
Humahuaca fica por volta de 3.000 metros e o Hornocal e a Cuesta de Lipán sobem ainda mais: convém se aclimatar e subir de forma gradual. As chuvas de verão podem afetar acessos. Chega-se pelo aeroporto de Jujuy ou por estrada desde Salta, cerca de duas horas, e depois pela Rota Nacional 9.
Coordenamos traslados, visitas e hospedagens na Quebrada com operadores e estabelecimentos locais. Montamos o roteiro com subida gradual e dias inteiros entre povoados, e confirmamos com antecedência na alta temporada, para que a agência não tenha surpresas.
As tarifas são líquidas (de atacado) e reservadas a agências de viagens e operadores de turismo, que fazem login para vê-las e aplicar sua própria margem. O público vê um preço de referência (“a partir de”), indicativo e sujeito à disponibilidade; a tarifa líquida nunca é exibida fora do Portal B2B.
Ao reservar, recebemos a sua reserva e trabalhamos nela: ela aparece como «Em andamento» e avisamos sobre cada novidade. Os vouchers são enviados após o recebimento dos pagamentos.
Os cancelamentos são regidos pelas condições indicadas em cada cotação. As condições padrão são: mais de 30 dias antes da chegada, o depósito não é reembolsável; entre 30 e 15 dias antes da chegada, é cobrado 50% do valor total; menos de 15 dias antes da chegada ou não comparecimento, 100%. Podem variar em datas de alta temporada e dependem da política de cada hotel e serviço. Alguns destinos — a Patagônia, a Amazônia e datas de alta demanda em alta temporada — aplicam condições mais rígidas, indicadas na cotação. As condições indicadas na cotação e aceitas pela agência no momento da reserva prevalecem sobre a tabela geral da Cláusula 7.1 dos Termos.
As solicitações de alteração devem chegar à RUMBO LIBRE com no mínimo 72 horas úteis de antecedência ao início do serviço. As alterações são gerenciadas conforme disponibilidade, e aplica-se eventual diferença de tarifa. Em serviços privativos, a troca de nome pode exigir a reemissão da reserva pela tarifa vigente.
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